O Cesvi Brasil
(Centro de Experimentação e Segurança Viária)
submeteu o Ford Fusion a testes de impacto.
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O sedã foi arremessado contra uma barreira indeformável
de 32 toneladas a uma velocidade de 15 km/h (equivale a um choque
a 30 km/h entre veículos nas ruas). Esse procedimento é
adotado como padrão pelo RCAR (Research Council for Automobile
Repair), conselho internacional de centros de pesquisa veicular.
O sistema de absorção de energia da carroceria permitiu
que poucas peças do veículo fossem afetadas durante
o teste, tanto no impacto frontal como no traseiro. Além
disso, pára-choques e outros componentes puderam ser recuperados,
o que lhe valeu a classificação 19 no ranking de reparabilidade
do CARGroup (entidade que agrega os índices dos carros no
Brasil), uma das melhores entre todos os sedãs médios
e grandes. “O Fusion alcançou um dos melhores índices
da categoria no teste. Como comparação, há
veículos do mesmo segmento que exibem a classificação
30, lembrando que, quanto menor o número, melhor o índice
de reparabilidade”, diz José Aurélio Ramalho,
diretor-executivo do Cesvi.